Quarta-feira, Setembro 09, 2009

Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos - 1º dia de trabalho ;)




Hello meus amores!

Bem, isto afinal ñ é assim tão mau :P

Ainda não tive tempo p conhecer tudo, mas há mta coisa p conhecer.

O meu primeiro dia de trabalho foi assim:

Chegámos ao Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos e estava uma poeirada q já se via a kilómetros de distância. Parece que quando bate aqui o vento de Norte isto torna-se o caos. Eram colunas de poeira de dezenas de metros de altitude q passeavam pelo ar.

Vou acompanhando as visitas guiadas, o objectivo é depois ser eu a fazê-las. Entretanto tenho de devorar livros sobre o tema, o q me interessa bastante, mas não tenho tido ainda o tempo q gostaria por questões de integração.

Já tenho casa, mas ainda não me mudei, continuo na casa da amiga da minha mãe. Vou morar mesmo no centro da cidade, num t0 novinho, com vista p a ilha do Pico. Por isso tratem de pôr os colchões insufláveis a jeito p qdo cá vierem, pois não tenho quarto de hóspedes.
A casa é bonitinha tem paredes altas e janelas grandes, como eu gosto. Só tem um pequeno senão, os móveis são daqueles antigos de madeira, por isso ou se tratam bem, ou ficam todos ressequidos e com mau aspecto, pelo que antes de ontém estive a limpá-los com um produto especial p madeiras. Já estão bonitinhos, mas dão trabalho... q seca... brrr. Ainda os quero trocar de sítio p q a casa fique mais funcional, isto de só se ter 1 assoalhada parece simples, mas afinal dá trabalho.

Bem, por hoje é tudo. Vou mantendo o "diário" actualizado dentro dos possíveis.

Besitos ;)


Sábado, Agosto 29, 2009

O "Velho do Restelo"


Hoje ouvi "o velho do restelo", falando de coisas que eu quero, tentando incutir-me medos que eu não tenho, cobrando-me sacrifícios que eu não fiz e apontando-me um fatal destino derivado dos caminhos que percorri.

Ainda me ressoam as suas palavras por dentro, dou voltas à cabeça e penso se serei mesmo tão volátil assim. Mas mesmo que eu seja, não sei ser de outra forma, não sei não olhar em todas as direcções e questionar tudo, não sei não sorrir quando reparo em algo belo, nem conter o fascínio e a curiosidade por tudo o que não sei o que é...

Será que ir ao sabor da corrente e deixar que a vida nos surpreenda é tão ingrato assim? Nas palavras dela parece que sim, palavras essas que mesmo que eu não queira, não param de me corroer, será que tudo o que se começa é mesmo para se levar até ao fim, mesmo que isso nos sufoque e nos consuma a alegria de viver? Para mim é um panorama doloroso.

Todavia, com todos os "porquês" destas minhas divagações creio ter chegado a uma conclusão: é tudo uma questão de personalidade e de circunstâncias de vida.

Primeiro creio que em traços muito generalizados, existem dois tipos de pessoas, o primeiro incluí as pessoas com interesses fixos, que se porpõem a atingir um objectivo concreto e que direccionam toda a sua vida nesse sentido. O segundo diz respeito às pessoas cujos interesses mudam ou alargam à medida a que se dão conta da diversidade e das diferentes dimensões da vida e que, inevitavelmente, se perdem na ânsia de conhecer. Os primeiros jogam pelo seguro, enquanto que os segundos têm tendência a arriscar. Definitivamente estou incluída no segundo tipo.

Segundo, as circunstâncias de vida condicionam os planos que queremos ou não levar avante. No meu caso, abandonei planos mais recentes para retomar outros mais antigos que tinha abandonado por falta de viabilidade para os concretizar. A oportunidade de os retomar surgiu quando eu nem sabia mais se os queria, mas a única forma de saber é arriscar.


Quando eu olho para a minha bagagem de vida vejo que não carrego muitos troféus. Apesar de já ter feito muita coisa diferente, chego à conclusão de que ainda não construí propriamente uma carreira e, para além disso, de que não tenho a certeza de que carreira quero mesmo construír. A minha bagagem é feita de um monte de experiências e conhecimentos soltos que me permitem contar histórias "a metro" mas que não servem nem para mandar cantar um cego. Trago também a bagagem cheia de afectos de todas as amizades que fiz pelo caminho, com tantas pessoas e tão diferentes, as quais me marcaram, cresceram comigo e me fizeram crescer.

Não vejo na minha bagagem nada de que não tenha colhido bons frutos. Mas mesmo assim as palavras dela ressoam na minha cabeça. De qualquer das formas vou continuar a deixar que a vida me surpreenda, não sei viver de outra maneira.

Segunda-feira, Agosto 17, 2009


Parto novamente sem te conhecer,

Devo-te desculpas e agradecimentos,

Deixo-te apenas com palavras por dizer

E levo-te como música em pensamentos.

Quinta-feira, Maio 07, 2009

Poema para as Carinas que vão


Foste quando o teu sorriso ainda era de Sol
e os teus sonhos eram tecidos de esperança.

Fazes-nos pensar nas idas e vindas da vida

e acreditar que aquilo que é não deixa de ser,

talvez porque aquilo que é dura para sempre,

ou porque deixar de ser é algo que custa a crer.


Eu creio que um dia me trarás as pulseiras que te pedi da Etiópia,

e que te visitarei um dia numa ilha distante, tal como te prometi.


Sofia

Sábado, Abril 18, 2009

O Silêncio


Apesar de não dizer nada, o silêncio não é necessariamente algo vazio. Pode algumas vezes sê-lo, mas creio que o vazio algo é muito mais leve de se pronunciar.
O silêncio é muitas vezes a palavra mais sábia, e outras tantas a mais ignorante. Pode ser a atitude mais nobre, e também a mais covarde. É algo que acontece disfarçado de ausência, é a atenção disfarçada de desprezo, é a ansiedade encoberta pela paciência, é a impulsividade amansada pela razão.
O silêncio é um mar de palavras caladas e por vezes obsoletas que em nada mudam o curso da realidade. São os segredos, é a revolta e a desilusão. É o gesto humilde, generoso que vem do coração. É o olhar por cima do ombro antes de fixar o horizonte. É o adeus difícil ao passado vivido e o brilhar dos olhos perante o futuro desconhecido.
Dificilmente se poderá comparar ao vazio, pois o silêncio está cheio daquilo que não foi e daquilo que é, mas de onde nos queremos libertar. Creio que o silêncio seja aquilo que se cala para que não esteja sempre presente, o que se esconde para que não tenha de ser visto, um mar daquilo que se quer esquecer...

Sábado, Abril 11, 2009

Exausta, mas feliz ;)


Quinta-feira, Abril 02, 2009

SORRIR



Hay que sonreir a todas las horas, pero hay veces que me olvido, eso es para que me recuerde...
QUEEEEEEEEEEESOOOOOOOOOOOO!!!!